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domingo, 14 de novembro de 2010

Raul Gil faz concorrência pegar banquinho e sair de mansinho

Espetacular, fantástico, deslumbrante e mais vários outros adjetivos do porte. O que Raul Gil está fazendo no SBT é digno de todos os elogios possíveis. O apresentador que saiu da Rede Bandeirantes ainda nesse ano de 2010, entrou no na emissora do dono do baú pela porta dos fundos, como uma grande incógnita, uma dúvida imensa. Hoje em dia, prata da casa, os sábados do SBT estão a salvos graças a esse apresentador.

Raul Gil socorreu as tardes de sábado do SBT. Aliás, Raul Gil salvou a própria emissora de Silvio Santos. Atendeu todas as expectativas da direção, que há um bom tempo sonhava com um programa de auditório para o dia, até então tomado por Rodrigo Faro em grande fase.

Raul Gil esteve em todas as emissoras de televisão, com exceção da Rede Globo. Nos ano de 1997 e 1998 foi líder absoluto de audiência quando ainda estava na Manchete. Nos anos 2000, na Record, venceu por várias vezes consecutivas Luciano Huck, com seu Caldeirão. A Band, que tinha o apresentador desde 2005, nunca lhe deu seu devido valor nem atenção. Constantemente tirava do ar seu programa para colocar atrações esportivas, inclusive Raul foi avisado que, durante a copa, seu programa sairia de cena e teria “férias”. Era como se ele fosse um arma terrível a ser carregado.


Depois de uma conversa com Silvio Santos para acerto de contrato, ficou acertado que Raul Gil pagaria uma parte das despesas de seu programa e, em contrapartida, teria direito a uma parte nos lucros. O mesmo tipo de contrato feito com Ratinho. Um bom filho sempre retorna a sua casa, e depois de 25 anos, voltava ao SBT Raul Gil.

Muitas duvidas pairavam no ar em relação ao seu retorno. O resultado é mais do que animador, Raul Gil voltou e voltou com tudo. Ontem ganhou da Rede Record, como já é de praxe, e trouxe para as telinhas brasileiras, com exclusividade, um show ao vivo da cantora Emily Osment, sensação nos EUA.

A concorrência, formada por Rodrigo Faro e Luciano Huck, pegou os seus respectivos banquinhos, e saíram bem de mansinho. Ironicamente, são as páginas da vida.

Por: Breno Cunha

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