domingo, 14 de novembro de 2010

"Tudo é Possível" é vice líder isolado, neste domingo (14)"Tudo é Possível" é vice líder isolado, neste domingo (14)

No programa Tudo é Possível deste domingo (14), Ana Hickmann promoveu um encontro musical inédito entre Zeca Pagodinho e Leonardo. No palco, os dois cantores animaram a plateia com a mistura do sertanejo com o samba.

No quadro Vale tudo Só Não Vale Mentir, o ex-peão Sergio Mallandro encarou o detector de mentiras e abriu o jogo sobre sua vida pessoal e sobre o reality A Fazenda.

Em Essa Moda Pega? o artista W. Veríssimo retratou em pintura corporal os países asiáticos. E direto das ruas de Manaus, Dani Souza mostrou a beleza das pinturas indíginas.

Em São Paulo, o "Tudo é Possível" marcou média de 8 pontos contra 16 da Globo e 7 do SBT.

Silvio Santos: "Vendo tudo, menos o SBT"

A revista Veja traz uma entrevista com o empresário e comunicador Silvio Santos. Entre outras coisas, Silvio fala do rombo no Banco PanAmericano, futuro do Grupo SS, aposentaria e venda do SBT.

O bate papo foi intermediado pelo jornalista Eurípedes Alcântara e é um dos destaques da edição da Veja desta semana que já se encontra nas bancas de jornal de todo o país.

Abaixo, você confere um trecho da conversa:

O senhor quebrou?

Eu não. Meu banco quebrou. A holding não foi afetada, continua muito saudável, as empresas estão bem administradas e com excelente valor de mercado.

Como o apresentador Silvio Santos soube que o empresário financeiro Silvio Santos estava em apuros?

Era o dia 11 de setembro, um sábado de gravação como outro qualquer. Em um dos intervalos me entregaram um telefone celular e disseram que era urgente. Pensei nas minhas filhas. Elas estavam viajando, e fiquei preocupado. Não eram elas. Era o presidente da holding. Ah não...! Em sábado de gravação não falo sobre questões empresariais. Mandei-o ligar depois. Bem, era a questão do PanAmericano. Disseram-me que o Banco Central já estava trabalhando lá dentro fazia três semanas e que tinha sido encontrado um rombo contábil bilionário. Foi um baita susto. Como o Banco Central estava havia três semanas em meu banco e não me informam de nada? E as auditorias que davam tudo como perfeito? A Deloitte, a KPMG e os analistas do Banco Fator, que fizeram uma avaliação do PanAmericano, nada encontraram. Como acionista, eu recebo relatório mensal sobre o banco, o RGA, e não havia o menor sinal de irregularidade.

Bem, agora o senhor deve 2,5 bilhões de reais. Como vai pagar essa quantia, que é uma fortuna mesmo para seus padrões?

Acho que negociei bem com o Fundo Garantidor de Créditos, o FGC. Eles queriam que eu pagasse juros sobre aquele valor. Eu disseque juros eu não pagaria. Aceitei apenas corrigir o desgaste inflacionário em cima do dinheiro. Tenho dez anos para pagar, com três anos de carência. Isso significa que a primeira parcela vence em junho de 2014. Até lá, tenho só de cobrir a inflação. É uma pancada, mas posso pagar desde que venda algumas de minhas empresas, a participação no banco...

O senhor venderia até a emissora?

A televisão não vendo. Vou fazer de tudo para não vender. Mas, as demais empresas, por que não? Estou com quase 80 anos e não tenho interesse especial em bancos ou indústrias de cosméticos. Posso vender empresas e ficar com a televisão, que penso em deixar para minhas filhas que se interessam por comunicações. Uma delas, a Daniela, já mostrou que gosta de televisão.

Não é desanimador construir um império do nada e, aos 80 anos, ter de se desfazer dele para pagar dívidas?

Eu estava pensando em me aposentar no ano que vem. Claro, né? Só faltava eu apresentar o programa já velhinho e de bengala. Vou adiar o plano de aposentadoria. O problema com o banco me fez buscar energias para entender o que está acontecendo e para negociar. Não tenho por que estar abatido. Meu banco quebrou, mas não dei prejuízo a ninguém, não peguei dinheiro público, ofereci garantias de sobra pelo empréstimo e ainda tenho dez anos para pagar.

Fonte: Veja Online

Ana Hickmann bate de frente com Sergio Mallandro: "Eu sou a apresentadora"

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Para quem assitiu o "Tudo é Possível", deste domingo (14), pode notar um outro lado da apresentadora Ana Hickmann.

Especialmente no quadro "Vale Tudo, Só Não Vale Mentir" com o humorista e recém eliminado da Fazenda, Sergio Mallandro.

Que Sergio não deixa ninguém falar, como pudemos ver no "Programa do Gugu", é fato. Mas até agora nenhum outro apresentador tinha 'batido de frente" com Mallandro e Ana foi a primeira a tomar partido.

Sergio ficou bastante alterado quando questionado sobre as polêmicas de sua trajetória, como os problemas que teve com sua ex-assistente de palco, Vivi Fernandes, que o processou por assédio sexual na época em que trabalhavam juntos.

Ao negar o fato, a máquina detectou "mentira" no discurso de Mallandro, que tentou se explicar por inúmeras vezes que não havia assediado a ex-assistente e ficou muito irritado.

Na exibição do programa, de hoje, podemos ver as respostas de Ana para Sergio, quando Ana era contrariada ou Mallandro não cooperava.

- Quem faz as perguntas aqui sou eu, Sergio Mallandro, eu sou a apresentadora.

- Não venha querer mudar as regras do quadro, Sergio.

Essas foram algumas das respostas de Ana para Sérgio. Esse, além dos já citados, foi um dos motivos pelos quais a entrevista durou 6 horas.

"Programa Eliana" registra 3º lugar para o SBT, neste domingo

Neste domingo, 14 de novembro, foi ao ar no "Programa Eliana" uma entrevista exclusiva da apresentadora com o grupo Jonas Brothers.


Em São Paulo, o "Programa Eliana" marcou média de 7 pontos. No mesmo horário a Globo ficou com 15 e a Record com 11.0 pontos.

"Programa do Gugu" garante vice, em SP e RJ, e atinge liderança por minutos

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Em São Paulo, o "Programa do Gugu" marcou média de 12 pontos. No mesmo horário, a Globo marcou 14 e o SBT 8. Gugu liderou pro alguns minutos em São Paulo.

No Rio de Janeiro, o programa dominical marcou 13 pontos de média contra 13 da Globo e 12 do SBT. Gugu também liderou no Rio de Janeiro.

Para finalizar, em Minas Gerais, Gugu marcou 7 pontos de média contra 21 da Globo e 9 do SBT.

Brasil cai diante da Rússia e vê sonho do Mundial bater na trave outra vez

A seleção se despede do Japão com uma campanha de dez vitórias em 11 jogos e dez sets perdidos. E a Rússia chega a um recorde: nunca uma seleção conseguiu fazer campanha invicta, com 11 triunfos. Cuba (1994), Japão (1974) e União Soviética (1956) tinham dez.

- Estou triste pela derrota, mas feliz com o que a equipe apresentou. Foi um pecado. A gente sai de cabeça erguida - disse o técnico brasileiro, José Roberto Guimarães.

Sokolova Rússia comemoração

Parecia que seria o dia do Brasil. Logo no primeiro set, a seleção mostrou um volume de jogo arrasador, com defesa bem posicionada. Natália virava todas as bolas pela entrada de rede. As russas não podiam acreditar no que viam. Do alto de seus 2,02m, Gamova - que foi a maior pontuadora do jogo, com 35 acertos – voava e parava nas mãos do bloqueio de Fabiana ou de Jaqueline no fundo. No placar, a vantagem era de 10/3.

O ritmo foi tão avassalador que teve que diminuir. Depois de três erros do ataque brasileiro, a Rússia começou a gostar do jogo. Gamova virou duas bolas, e as europeias encostaram (14/13). Sassá foi para o saque e dificultou o passe das adversárias. Em seguida, porém, virou alvo. A ponteira foi a direção do saque de Kosheleva e não conseguiu recepcionar bem. Foram quatro pontos seguidos das russas. Sheilla, maior pontuadora do time no jogo, com 26 acertos, assumiu a responsabilidade e quebrou a sequência da levantadora.

A partir desse momento, o Brasil voltou a brilhar em quadra. Com orientação de Zé Roberto, que gritou “Vai para a esquerda”, Jaqueline sacou em Makhno e conseguiu um ace. Depois, defendeu um belo ataque de Gamova e deu origem ao 24° ponto. Sheilla veio em seguida e passou pela gigante no bloqueio para fechar o set em 25/21.

Bloqueio para Natália na rede

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Mas a Rússia não iria entregar tão fácil. Na volta para a quadra, a muralha cresceu no bloqueio e parou Natália. Um ace de Sokolova também entrou, e o placar mostrou 6/2. Sem encarar o paredão, Jaqueline encobriu as russas e pontuou com uma largada. Sheilla veio com toda potência pelo meio e deixou Sokolova no chão. Mas a porta continuava fechada para Natália, que parou em Borodakova.

Chegou a hora de Startseva voltar ao saque e complicar a vida da recepção brasileira novamente. Foram dois pontos em consequência do bom serviço da levantadora. Sokolova também deu trabalho no fundamento, provocando um erro na combinação de jogada entre Fabíola e Natália, que levou a Rússia a ficar com 13/8. Zé Roberto parou o jogo, e Sheilla virou a bola na sequência.

Joycinha e Dani Lins entraram em quadra. Após o saque da levantadora, Kosheleva se enrolou para receber e mandou a bola longe do lado brasileiro. Depois, Gamova subiu bem alto para atacar, mas encontrou o paredão formado por Fabiana e Natália. Ponto verde e amarelo.

Mas o set era mesmo russo. Joycinha entrou mal no jogo e foi bloqueada duas vezes, com a bola voltando direto nos seus pés. Zé Roberto tirou a oposta de quadra e retornou com Sheilla. Do outro lado, Kosheleva passava com folga pelo bloqueio brasileiro. Perepelkina parou Natália novamente, e a vantagem foi a oito pontos.

Fabi recuperou duas bolas quase impossíveis, e Fabiana cravou na quadra russa antes de sair para a entrada de Sassá no saque. A substituição deu certo, e Sheilla aproveitou o contra-ataque para virar na saída. Em seguida, sob os gritos de seu nome, a ponteira conquistou um ace. Jaqueline também voou na entrada e preocupou o técnico adversário, com o placar em 20/16. Vladimir Kuzyutkin pediu tempo. Na volta, Gamova e Sokolova passaram pelo bloqueio brasileiro com facilidade. Startseva foi para o saque e, mais uma vez, complicou o Brasil. No ataque de Sokoleva, a Rússia fechou o set em 25/17.

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A seleção voltou com uma vibração diferente na terceira parcial. Sheilla marcou o primeiro ponto e comemorou muito com Fabíola. Natália devolveu a marcação nos dois sets iniciais e pegou Sokolova no bloqueio. Até a gigante Gamova parou no paredão brasileiro. Com o passe na mão de Fabíola, Fabiana chamou a jogada e pontuou três vezes. Era a alegria de volta ao Brasil, que refletia no placar em 8/6.

Depois de duas defesas incríveis de Sheilla e Fabíola, Jaqueline mandou a bola para o chão e levantou a torcida brasileira. A ponteira também subiu com Thaisa para pegar Gamova no bloqueio e deixar a seleção com quatro pontos de vantagem. O ritmo fez com que o técnico russo pedisse tempo novamente. No retorno à quadra, mais um ataque certeiro de Jaqueline. A ponteira foi a que mais aproveitou o contra-ataque promovido pelo belo saque de Fabíola e a defesa bem posicionada.

Kosheleva até tentou parar Jaqueline. Conseguiu um ace em cima dela. Mas depois errou o saque e saiu de cabeça baixa. Sheilla não deu chances para o bloqueio russo. Foram dois pontos seguidos por cima do paredão, com direito a ace dela mesma no final (15/10). Em seguida, a oposta correu para defender e levou uma bola no rosto tão forte de Sokolova, que arrancou o brinco de sua orelha. A joia foi recuperada, já a bola, não.

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Não teve problema. Fabiana resolveu com uma pancada no meio, que iniciou uma engraçada comemoração de Fabíola. A levantadora ficou girando com os braços grudados ao peito de olhos fechados e provocou risos de Jaqueline. Tudo era motivo de festa. Thaisa também quis participar e pegou Goncharova no bloqueio. Sheilla entrou na onda e armou o paredão para Sokolova. A diferença foi a seis pontos (20/14).

Gamova virou a estraga-prazeres. A oposta fechou a porta para Sheilla duas vezes seguidas e diminuiu a vantagem brasileira para três pontos. Zé Roberto parou o jogo. Startseva foi para o saque. Momento de tensão? Nada. Na primeira tentativa, Natália já tirou a levantadora da função, com um belo ataque. Sheilla respondeu do outro lado e provocou outro pedido de tempo. Dessa vez, da Rússia. Não dava mais tempo para elas. Sheilla mandou uma pancada no rosto de Sokolova, e Fabiana fechou o set em 25/20.

O bloqueio russo não quis saber da vibração brasileira e subiu o máximo que pôde para deixar a equipe com 6/3 no placar do quarto set. Gamova também passou pelo paredão triplo e aumentou a vantagem. Parada técnica, e Zé Roberto chama o time para conversar. Era a hora de esfriar a cabeça. Mas o ataque russo continuava ignorando a defesa verde e amarela. Gamova voou sozinha na rede e deixou o marcador em 13/6. Kosheleva também marcou o dela. O Brasil desapareceu em quadra.

Natália errou um ataque e abaixou a cabeça ao lado de Zé Roberto, como se perguntasse o que fazer para passar pela muralha russa. Nada dava certo para a seleção. Sheilla mandou para fora, o saque de Gamova bateu na fita e caiu (20/9). Era o tradicional apagão brasileiro em jogos contra a Rússia. Zé Roberto chamou Sassá e Fernanda Garay, no lugar de Jaqueline e Natália. A mudança não funcionou, dessa vez. Na bola de segunda de Startseva e no voo de Gamova, as russas empatarm o jogo (25/14).

Mais uma derrota no tie-break

vôlei fabi chora perda do título mundial

No início do tie-break, a torcida brasileira mostrou sua força e gritou muito. Thaisa marcou o primeiro ponto, e o time inteiro vibrou. Sheilla soltou o braço e deixou o placar em 2 a 0. Gamova passou pelo bloqueio triplo, e a Rússia empatou. Sheilla sacou em Sokolova, que errou a recepção. O ginásio virou um caldeirão. Gamova parou no bloqueio triplo verde e amarelo.

Mas a tensão continuava. Não havia vantagem de mais de dois pontos no marcador. Kosheleva mandou um ataque para fora, Natália pegou defesa de Gamova, mas Jaqueline ficou no paredão russo. Sheilla também errou. Antes da parada técnica, porém, Thaisa virou (8/7).

Sheilla mandou mais uma bola para fora e a Rússia passou na frente. Thaisa foi a solução de novo. Mas Sokolova voou sob o bloqueio para deixar as europeias com 11/9. Natália respondeu do outro lado. Só que as russas tinham Gamova para quase furar o chão, cravando o 12° ponto. Fabiana devolveu a agressividade. Sokolova, porém, somou mais um acerto no jogo. Gamova abriu o caminho para a vitória e finalizou o sonho brasileiro.

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Bomba: Mulher afirma ser filha de apresentadora

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Hebe Camargo continua no centro das atenções. Através do twitter Cristina Aparecida, de 43 anos, afirma ser filha, não reconhecida, da apresentadora. Para que essa história não tome proporções maiores e desmentindo essa informação Claudio Pessuti, seu sobrinho e empresário, enviou um comunicado à imprensa, onde declara que Hebe é uma pessoa pública, tem 60 anos de TV e jamais conseguiria esconder uma gravidez, e que Hebe só teve um filho Marcelo, do seu casamento com Décio Capuano.

Cacau Melo segue com destino indefinido na Record

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A atriz, que teve como sua última novela “Caminho das Índias”, na Globo, já pertence ao núcleo de dramaturgia da casa mas ainda não se sabe qual será seu próximo trabalho. Ela estaria pronta para ser chamada para “Rebelde” ou para a nova novela de Cristianne Fridman. Os dois folhetins, que devem estrear no primeiro semestre de 2011, estão em fase de escalação.

Com informações da coluna Canal 1.

Na Telinha

Rafael Cortez quer ser VJ da Band

Depois de Rafinha Bastos, Marco Luque e Danilo Gentili, Rafael Cortez, do “CQC”, está planejando seu voo solo na Band. Com sólida formação musical, o humorista quer implantar um núcleo de videoclipes na emissora paulistana. “Quero ser tipo um VJ na Band”, disse ele à coluna. Sobre a TV, ele lamenta: “Infelizmente, cada vez mais temos de nos pautar pelo Ibope”.

Informações do jornalista Alberto Pereira Jr e divulgadas na coluna Zapping de hoje disponível nas versões online e impressa dos jornais “Agora São Paulo” e “Folha de S. Paulo”.

Raul Gil faz concorrência pegar banquinho e sair de mansinho

Espetacular, fantástico, deslumbrante e mais vários outros adjetivos do porte. O que Raul Gil está fazendo no SBT é digno de todos os elogios possíveis. O apresentador que saiu da Rede Bandeirantes ainda nesse ano de 2010, entrou no na emissora do dono do baú pela porta dos fundos, como uma grande incógnita, uma dúvida imensa. Hoje em dia, prata da casa, os sábados do SBT estão a salvos graças a esse apresentador.

Raul Gil socorreu as tardes de sábado do SBT. Aliás, Raul Gil salvou a própria emissora de Silvio Santos. Atendeu todas as expectativas da direção, que há um bom tempo sonhava com um programa de auditório para o dia, até então tomado por Rodrigo Faro em grande fase.

Raul Gil esteve em todas as emissoras de televisão, com exceção da Rede Globo. Nos ano de 1997 e 1998 foi líder absoluto de audiência quando ainda estava na Manchete. Nos anos 2000, na Record, venceu por várias vezes consecutivas Luciano Huck, com seu Caldeirão. A Band, que tinha o apresentador desde 2005, nunca lhe deu seu devido valor nem atenção. Constantemente tirava do ar seu programa para colocar atrações esportivas, inclusive Raul foi avisado que, durante a copa, seu programa sairia de cena e teria “férias”. Era como se ele fosse um arma terrível a ser carregado.


Depois de uma conversa com Silvio Santos para acerto de contrato, ficou acertado que Raul Gil pagaria uma parte das despesas de seu programa e, em contrapartida, teria direito a uma parte nos lucros. O mesmo tipo de contrato feito com Ratinho. Um bom filho sempre retorna a sua casa, e depois de 25 anos, voltava ao SBT Raul Gil.

Muitas duvidas pairavam no ar em relação ao seu retorno. O resultado é mais do que animador, Raul Gil voltou e voltou com tudo. Ontem ganhou da Rede Record, como já é de praxe, e trouxe para as telinhas brasileiras, com exclusividade, um show ao vivo da cantora Emily Osment, sensação nos EUA.

A concorrência, formada por Rodrigo Faro e Luciano Huck, pegou os seus respectivos banquinhos, e saíram bem de mansinho. Ironicamente, são as páginas da vida.

Por: Breno Cunha